Vacinas são comprovadamente seguras e a melhor estratégia para proteger a nós mesmos e a quem nos rodeia. A propagação de fake news é um dos fatores que impacta na adesão da população às campanhas de imunização, fazendo com que doenças até então erradicadas ou controladas, possam retornar e causar danos à saúde de todos.

A disseminação de fake news sobre vacinas expõe a população a riscos desnecessários. A hesitação vacinal já resultou na queda das coberturas vacinais e no retorno de doenças eliminadas, como o sarampo em algumas regiões. Especialistas alertam que combater a desinformação é fundamental para proteger a saúde coletiva.

COMO IDENTIFICAR FAKE NEWS

Narrativas falsas podem ser sofisticadas e parecer verdadeiras, utilizando sites confiáveis, citações de médicos renomados e imagens de pessoas reais em situações distorcidas. No entanto, com cuidado, é possível identificar conteúdos falsos. Confira algumas medidas para identifica-las.

  • Confira se a fonte é confiável

Procure informações em sites oficiais e reconhecidos sobre saúde. Verifique se outras fontes com credibilidade abordam o mesmo tema.

  • Verifique a data de publicação

Grupos de desinformação frequentemente usam informações verdadeiras fora do contexto. Cheque se a publicação é atual e se o conteúdo está contextualizado corretamente.

  • Desconfie de narrativas apelativas e sensacionalistas

Desinformação geralmente usa um tom dramático para gerar medo, dúvida ou indignação. Fique atento a adjetivos exagerados.

  • Pesquise os fatos e números citados

Verifique os dados apresentados em sites oficiais. A internet disponibiliza diversos dados públicos para consulta.

  • Citação de fontes

Fake news frequentemente citam médicos renomados ou pesquisas de universidades famosas que são difíceis de verificar. Pesquise essas fontes em sites de busca confiáveis.

A disseminação de Fake News sobre vacinas compromete a adesão à imunização e expõe a população a riscos desnecessários. A hesitação vacinal já resultou na queda das coberturas vacinais e no retorno de doenças eliminadas, como o sarampo em algumas regiões. Especialistas alertam que combater a desinformação é fundamental para proteger a saúde coletiva.

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